O blog...

Eu não sou profissional da moda e nem sei me maquiar direito.
Mas, como dizem por aí:
"Toda mulher no fundo é uma especialista em beleza."
Logo, como eu gosto muito de escrever, criei este blog com a intenção de compartilhar com as minhas amigas e leitoras, moças bonitas, assuntos que nós, mulheres, curtimos muito.

Este é o meu diário virtual.

Então, aqui sempre será o nosso cantinho íntimo e sossegado para conhecer, compartilhar e comentar sobre coisas que nos faz ser exclusivas, lindas e especiais.

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terça-feira, 12 de abril de 2011

Os Delírios de Consumo

Consumismo: consumo ilimitado de bens duráveis, sobretudo artigos supérfluos.

Para iniciar esse post, eu devo deixar bem claro que existem dois 'tipos' de consumista:

As (os) consumistas verdadeiras, ou, as pessoas que realmente possuem uma desordem psicológica e compulsão por compras; e as falsas consumistas [como eu] que se controlam [pouco, mas se controlam...] com as compras, e, na verdade, são mais um produto de influência do que de um problema psicológico. É dessas pessoas a quem eu me refiro nesse post, ok? Não sou psicóloga e o que escrevo de forma nenhuma se aplica às pessoas que tem algum problema sério desse tipo.

Passado os esclarecimentos, vamos ao post!

Para mim, o limite entre o que se deve comprar ou não deve passar por dois conceitos: necessidade e preço.

Os dois estão intimamente ligados. Uma vez li [não lembro onde] que quando comprar algo, você deve dividir pelo número de vezes que você vai usar, assim sabe se vale à pena ou não adquirir o produto. Não adianta pensar que toda roupa é um investimento, porque não é. Além disso, não é porque algo está em promoção que você deve comprar [me sinto a mais hipócrita de todas falando isso, gente!]. O preço da roupa está relacionado muito mais à necessidade do que ao valor.

Mas, é claro que na hora de comprar, você pensa no que gosta e não no que precisa. O amor pelas roupas atrapalha e muito o juízo das mulheres na hora de comprar, ou seja, quando você gosta muito de uma coisa, acha barato [sempre acontece comigo!] e vice versa. Essa confusão faz com que eu tenha vários saltos que não use e rasteirinhas que saem pra rua quase todo dia. Afinal, pra mim, um salto de 80,00 é barato, mas para rasteirinha é um absurdo.

Além da questão do gosto e necessidade, tem a questão das marcas. Claro que você pode gostar mais de uma do que de outra e que diferença de qualidade existe. Não estou aqui para questionar o quanto deve ser pago por uma roupa, mas eu acho que isso depende do seu rendimento também. Não dá pra gastar 10% do seu salário com uma bolsa ou um sapato. Há de se entender que nem tudo [pra mim, é quase nada] que sai nas revistas de moda como 'barato' ou 'investimento' realmente o é. Uma bolsa de R$800,00 pode ser um investimento para alguém, mas para a minha condição não é, não mesmo. A mídia [isso inclui muitos blogs por aí] fala que você tem que usar MAC, mas você só pode comprar Avon, por exemplo. Vale a pena se endividar e se comprometer por um batom?

Por fim, quero deixar só umas regrinhas básicas, como um resuminho:


1. Pergunte-se se você se vê usando a peça e com que frequência.

2. Analise o preço de acordo com o que você tem pra gastar.

3. Pense se este é o melhor uso deste dinheiro.

4. Em caso de promoções, pense: em uma situação normal, eu gostaria de ter essa peça?


Beijos, moças!
Juliana

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